Arquivo | 21:50

[SCANS] 110420 Vogue Girl Magazine, Nichkhun

20 abr

[TRAD] 110420 Vogue Girl Interview, Jay Park

20 abr

No dia 1º de abril, eu dirigi pelas estradas por duas horas para chegar até Junju. Eu sentei num banco em frente a Igreja Jundong, tinha pouca gente lá porque não era final de semana. Aproveitei o sol sem nada pra fazer mas esperava por uma ligação, tudo parecia inacreditável. Até o clima seco do deserto Palm Springs e o frio severo do inverno passado pareciam algo que havia acontecido somente alguns dias atrás. Jaebum, que tive a oportunidade de trabalhar junto há meio ano atrás, foi e voltou da Coréia para os Estados Unidos diversas vezes para preparar o primeiro mini álbum dele durante esse período, e agora está meio de dias cheios de coisas acontecendo antes da apresentação final do projeto. Por causa disso,  ele não podia prometer voltar para Seul porque ele tinha que ficar todo tempo em Junju para as filmagens do filme, Mr. Children. Eu fui correndo até Junju para encontrá-lo. Jaebum apareceu assim que eu encontrei um restaurante nas redondezas, e ele me disse que não havia almoçado ainda. O dia estava não muito quente, bom o suficiente para alguém tirar a camiseta, e  ele estava, claro, com uma camiseta branca. Nós, que havíamos nos encontrado pela última vez  no oeste dos E.U.A,  nos encontramos outra vez na cidade no sul da Coréia.

VOGUE GIRL (que daqui pra frente aparecerá como V.G): Você não conseguiu comer ainda? Já passou das 3 da tarde.

Jay Park: Eu acordei tarde porque as filmagens terminaram por volta das 6 da manhã. E nós estamos onde? (V.G: Nós estamos perto do vilarejo Han-OK. É uma área de turismo bem popular, mas parece que você não teve tempo de dar uma voltinha por aqui, não é?) Talvez porque o lugar onde as filmagens acontecem seja longe do centro da cidade, a área seja um pouco vazia. às 9 da manhã não passa ninguém por lá, então é um pouco chato. Tem muito espaço entre uma filmagem e outra, e como não estamos em Seul, eu não tenho muito lugar para ir ou pessoas para encontrar. E os quatro atores usam a mesma sala de espera, então eu não posso dançar e não é bem um ambiente para produzir música. Parece que eu estou de castigo. (risos)

V.G: Já faz 6 meses que nós filmamos em Palm Springs.

Jay Park: Tudo isso? Eu achei que era bem menos porque na memória que eu tenho disso, era que o clima estava bom, tipo hoje. Aconteceu muita coisa desde então. Eu fui a várias “fan meetings” em vários países, e filmei clipes e filmes. (V.G: O número de tatuagens aumentou também. Você já sabia que queria fazer tudo isso durante esse período?) Sim. Eu não poderia fazer as tatuagens por impulso porque elas durarão por toda a minha vida. Eu pensei bem onde as faria e o que seria. E o tatuador(a) que normalmente faz o trabalho em mim vive o ocupado(a), então ele(a) não pode me atender na hora que eu quero.

V.G: Um tempo atrás, você abriu o show do Ne-Yo aqui na Coréia. Como foi essa experiência de vê-lo em pessoa?

Jay Park:  Eu o encontrei antes do show e conversei com ele depois do show também, o Ne-Yo é uma pessoa bem legal. A educação parece ter sido “absorvida” pelo corpo dele. Os artistas estrangeiros que eu conheci não foram como ele, mas eu não havia dito nada porque eu não sabia como ele reagiria. Mas aí o pessoal que trabalhou no show disse pra eu tomar coragem e ir falar com ele, e no final ele gostou de ouvir tudo isso. Depois a gente trocou e-mails e eu falo com ele através do Twitter também. Eu aprendi muito com ele, tanto como me portar no palco até minha atitude no dia-a-dia.

V.G: Dia 25 de abril é seu aniversário. É também a data de lançamento do seu primeiro mini álbum.

Jay Park: Pode ser que atrase um pouco. Parece que a transmissão do meu comeback vai ser adiada em uma semana. Mas como minha cabeça está cheia com o lançamento do álbum, eu não sei bem como vou comemorar meu aniversário. O álbum que eu venho trabalhando por 6 meses quase que sozinho, do começo ao fim,  finalmente está pronto, e ele é muito especial pra mim.

V.G: O que você mais queria transmitir enquanto produzia esse álbum?

Jay Park: Eu não pensei em nada assim. Este álbum aconteceu porque foi feito por mim mesmo. Se eu o tivesse feito sob a direção de outra pessoa, eu teria começado com o conceito tipo, masculino, sexy, fofo, ou algo do tipo.

V.G: Você compôs tudo sozinho?

Jay Park: Sim.Se eu tinha uma boa batida na cabeça, eu terminava a melodia, colocava a letra e, se estivesse bom, eu gravava. (V.G: Essas letras são experiências pessoais?) Eu as escrevi pensando em algo que combinasse com a melodia. Claro, eu paassei por muita coisa, mas, tirando “Bestie”, tem 6 canções no álbum, e elas tem estilos diferentes. (V.G: Na última entrevista você disse que queria fazer rap, dance, baladas, tudo junto. Seu desejo se tornou realidade?) Sim. Eram, só desejos na época, mas agora estou feliz pois tudo se tornou realidade.

V.G: A frase “Se você é alcólico, eu sou um alcólatra” é memorável, por causa do seu coreano um pouco estranho, tem algo assim no seu álbum?

Jay Park: Bem, eu acho que deve ter um monte, mas eu não sei quais partes são engraçadas. No meu pinto de vista, eu escrevo tudo com muita seriedade.

V.G: Você já aprendeu a escrever e compor adequadamente?

Jay Park: Não, de maneira alguma. Mas ao invés de ficar estudando música de um jeito desajeitado, eu acho melhor não estudar nada e fazer de acordo com seus sentimentos. É mais divertido. Tem vários profissionais que podem fazer o que eu não consigo, então se eu precisar, eu os chamo, eu consigo trabalhar com eles. Eu não tento fazer nada melhor que eles, eu só faço o que eu posso e me divirto com isso, e aceito os conselhos sobre o que eu preciso melhorar.

V.G: Seu gosto musical é diferente dos outros artistas coreanos que tem quase a mesma idade que você. Eu não acho que vai ser fácil harmonizar seus desejos com o que o público coreano quer… Continue lendo

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